Estréia de High School Musical 3

Aproveitando a estréia da semana, o jornalista Paulo Sérgio postou no twitter dele o link para o vídeo no Videolog da matéria que também está disponível em HD. Deu para enteder a sequência de fatos, né?

 

Na matéria, ele acompanha a tão concorrida estréia do terceiro longa e o primeiro para o cinema do musical da Disney que já se pagou em apenas um fim de semana. High School Musical 3: Ano da Formatura custou US$11 milhões e já arrecadou US$30 milhões. Belo lucro. Me fez lembrar de Cloverfield =D

 

Confiram o vídeo aí embaixo.

 

High School Musical 3: Ano da Formatura

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1, 2 e... 3. Foi outro dia que vi que High School Musical ia ser exibido na Globo. Não quis ver, afinal, era só um musical. Depois disso só via HSM pra cá e HSM pra lá. Que é isso afinal?!

 

Assim que assisti o musical Hairspray no começo do ano, os musicais ganharam um olhar diferente. De lá pra cá me aventurei a assistir Mamma Mia e os outros dois HSM só pra saber por que era tão cobiçado entre a criançada. O resultado foi bem satisfatório de uma coisa que pensei não dar em nada. É um musical feito principalmente para crianças e por quem entende de crianças. Não, não é a Xuxa, é da Disney mesmo. Disney, Walt Disney.

 

Neste terceiro filme, o tema passa a ser o Ano de Formatura. Seria o final da franquia HSM se não fosse o quanto a Disney já lucrou com as aventuras da galerinha do East High (o colégio do filme). Depois de dois filmes estudando e tirando férias, agora é hora de preparar a festa de formatura com direito a diploma. Claro que é criado mais um musical para dar fundo a grande parte das canções.

 

Ainda na direção é Kenny Ortega. Ele assina o cargo desde o primeiro filme feito para televisão, coisa que também aconteceu com o segundo. O diretor é o mesmo, o elenco é o mesmo, a história é a mesma e as músicas são inéditas. Desde o primeiro filme que a história é praticamente a mesma: Sharpay (Ashley Tisdale) e seu irmão Ryan (Lucas Grabeel) aprontam de tudo para deixar o casal Troy (Zac Efron) e Gabriella (Vanessa Hudgens) de fora dos musicais para que eles possam ser as estrelas e conseguirem a tão sonhada fama.

 

Apesar de usar a mesma fórmula de seus anteriores, High School Musical 3: Ano da Formatura é um entretenimento de primeira para a criançada que curtiu os outros dois filmes e aos pais que forem levar seus filhos ao cinema.

 

Chegando Halloween

Van Helsing 

Eita que tá chegando o Halloween. É uma pena aqui não ter a mesma comemoração que tem nos EUA. Dado a data, me vem à cabeça alguns filmes de terror/horror e aproveitando a data, a Universal Pictures lança alguns títulos por menos de 20 reais. Alguns vale a pena ter pra dar uma descontraída e outros nem tanto.

 

A lista os títulos é a seguinte: Van Helsing, Vozes do Além, Um Lobisomen Americano em Londres, Máscara do Terror, Rise: A Ressureição, Gritos Mortais, Luzes do Além, Stay Alive: Jogo Mortal, Doom a Porta do Inferno, Madrugada dos Mortos, Terra dos Mortos, Coração Satânico, Os Espíritos, A Fornalha e Dead Meat: O Banquete dos Zumbis.

 

Vale fazer algumas observações: Van Helsing não foi especificado que é a edição especial, então é a simples. Vozes do Além tem um tema interessante mas que foi abordado de forma inaprópriada e jogou no lixo um assunto que tinha muito a ser explorado. Doom A Porta do Inferno é uma adaptação de jogo que só vale pela cena final em primeira pessoa.

Espelhos do Medo

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Não adianta. Assim como Hugh Jackman será o eterno Wolverine, Kiefer Sutherland será Jack Bauer eternamente. Desde que estreiou na série 24 Horas, Kiefer fez agente em O Sentinela e agora um ex-policial em Espelhos do Medo.

 

Espelhos do Medo é baseado numa história coreana, ou seja, mas uma produto americano com origem oriental, ou seja, mais um filme ruim. Tenho que discordar aqui. Usar essa lógica virou moda, mas é a pura verdade: os remakes americanos de obras orientais estão saindo cada vez piores. Espelhos do Medo eu achei uma exceção. Não que seja um filme bom, mas esse conseguiu me assustar, coisa que Uma Chamada Perdida, Imagens do Além e alguns outros não conseguiram. Claro que os créditos vão para o diretor de A Viagem Maldita, Alexander Aja. Ele conseguiu mais uma vez provar que é um diretor bacana e que pode ser responsável.

 

A história é das mais simples possíveis: Benjamin Carson é ex-policial vai trabalhar num local onde ocorreu um incêndio e é cheio de espelhos. Bom, aí coisas começam a acontecer e quando ele tenta explicar, ninguém acredita até que... bom, aí dá pra tirar conclusões.

 

Quando falei anteriormente que os créditos são do diretor, também inclui edição bem bolada, crianças bem dirigidas e (principalmente!) a trilha sonora que arrepia. Muitos “BUU!” e sangue fazem aparições constantes no filme. Esses elementos se unem à atuação à La Jack Bauer de Kiefer Sutherland e a terrível e tão comentada cena da mandíbula na qual Angela (Amy Smart), irmã caçula de Ben, tem uma morte bem sofrida.

Eu fui já meio tenso assistir ao filme e saí de lá meio “abalado” com o final. Nada muito sério, mas que passou a perna em O Exorcista (assistam, porque não passo daqui).

 

No fim, o filme termina sendo um filme de terror/horror que pode agradar aos fãs do gênero ou irritar pela simplicidade e clichês da história. Eu recomendaria a quem quiser levar uns sustinhos só para sair da rotina, Só isso.

 

A Casa das Coelhinhas

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O ano é 2002. Eu alugo um VHS de título estranho Todo Mundo em Pânico. Motivo: Eu sou fã da trilogia Pânico até hoje e torço por um quarto filme. Coloco o VHS no vídeo e vejo o filme. Muita put*ria depois, os créditos. Quem é Anna Faris?

 

Foi nesse momento que descobri Anna Faris e seu talento para o humor “inocente”. Depois desse, viram ainda mais 3 da linha Todo Mundo em Pânico, algumas outras comédias e mais alguns outros que não cheguei a assistir. Ela realmente tem talento.

 

A Casa das Coelhinhas é mais um filme para jovens que trata da amizade com muito bom humor e a inocente personagem de Anna Faris, a coelhinha Shelley. A história é muito simples: Shelley é expulsa da mansão da Playboy e encontra uma república feminina só de fracassadas e que se não conseguir mais 30 membros será fechada. Shelley então usará todos seus dotes sexys dar um trato nas meninas da republica e, assim, conseguir os 30 membros que precisam.

 

Da roteirista de Legalmente Loira e produzido por Adam Sandler, A Casa das Coelhinhas consegue agradar pela sutileza e simplicidade das suas piadas “introduzidas” nos locais (momentos) certos. O elenco é bem interessante. Pegaram atrizes jovens e as transformaram numas feiosas cheias de bugigangas e muita maquiagem. Uma das caras que reconheci é Kat Dennings, a enteada histérica Steve Carell, que queria transar com o namorado em O Virgem de 40 Anos. Outra é a Jules de SuperBad – É Hoje, Emma Stone. Sem contar Colin Hanks, o filho de Tom Hanks que nunca tinha visto atuando e não me surpreendi, não foi tão ruim, mas também não agradou 100%.

 

Apesar de quase não ter sido realizado, A Casa das Coelhinhas é um filme que diverte e faz rir até quando tenta emocionar. Recomendo para quem gosta de comédia mas, mesmo tenho um casal que se separa e tal, não é comédia romântica. Arrisco até dizer que é a versão 2008 de Superbad – É Hoje.

 

Indo No Cinema

E mais uma quarta de cinema acaba. CHEGA LOGO A PRÓXIMA! Hoje as sessões foram perturbadas por delinqüentes, teve um churro de doce de leite e muita ação. Legal não? =D

 

Cheguei ao shOOOpping e fui comprar o ingresso para a sessão das 15:10. “Corre!” Acabei chegando lá e a fila estava quase dando a volta na praça de alimentação. Resultado: Não tinha como eu chegar à bilheteria em 10 minutos e a próxima sessão só às 16:10. Passei 30 minutos na fila e comprei os dois ingressos:

 

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Detalhe é que a mulher que me atendeu botou a sessão errada de de Busca Implacável. Ela entendeu “desessete e dez” quando um disse “sete e dez”. Com os ingressos na mão, fui dar uma volta no shOOOping. Mais 30 minutos andando pra lá e pra cá e alguns notebook olhados nas lojas, sigo para o saguão do cinema. Ao chegar lá, encontro uma fila enorme. Sorte minha que era para Super-Heróis: A Liga da Injustiça, a comédia pastelão do semestre. O pessoal que estava na minha frente na fila ficava comentando: “Eu queria ver aquele ali (apontando para o pôster d’A Liga da Injustiça)” e “Olha! Aquele é Homem de Ferro (vira para uma das meninas que o acompanhava) Você já viu Homem de Ferro? É muito legal ele voando. VUUUUUUUUUMMMM!” Juro, ele disse assim mesmo e pra todo mundo ouvir. Minhas risadas foram contidas pela ligação que atendi. Sorte dele não levar um soco de alguém.

 

Já dentro da sala de A Casa das Coelhinhas, cuja censura é 18 anos, havia vários menores. Eu peguei um lugar lá no fundo da sala. E de pouco em pouco os menores ocuparam os últimos lugares lá na frente de uma sala que já transbordava pessoas se sentando e levantando o tempo todo. Enquanto não começava a exibição, o barulho era ensurdecedor. O povo da frente gritava e apontava um laser para a tela e o povo de trás gritando “cala a boca”.

 

Enfim começa a sessão. O barulho aumenta ainda mais quando começam os comerciais que antecedem os trailers. Os trailers começam, mas o barulho mesmo que tenha diminuído, ainda incomoda. Afinal, até o mastigar de pipocas incomodam. Após uma sessão marcada por uma hiper cabeça na poltrona da frente, laser na tela e pirrálhos bagunçando, até que o filme foi bom o suficiente para me fazer gostar ainda mais da Anna Faris.

 

Agora tinha mais uma hora antes de começar a próxima sessão. Dessa vez sem filas kilométricas. Fui dar mais uma voltinha pelo shOOOping e acabei comprando um churro de doce de leite (R$2,50 bem gastos). Muitos DVDs depois, eu chego à fila para entrar na sala. Dessa vez consigo meu lugar favorito na sala de onde dar para ver a tela a uma distância legal e fico rodeado pelo som de todas as saídas de áudio Dolby Digital e sei lá mais o que =D

 

Busca Implacável é um legítimo filme “quero minha filha de volta”. Todos no cinema prestando atenção ao filme e vibrando com cada coisa que acontecia. Depois da sessão super zen, hora de voltar pra casa. Foi bom enquanto durou. =D

Supernatural e Pokémon

Supernatural e Pokémon

 

Esta semana eu adquiri dois DVDs. Um foi a Edição Especial com dois filmes de Pokémon. Outro foi o BOX da segunda temporada de Supernatural.

 

Supernatural é uma série que conta as histórias de dois irmãos em suas aventuras pelos EUA caçando demônios, lendas e coisas assim. Fora isso, tem a história da vida deles, a busca pelo pai, a vingança ao demônio que matou a mãe deles e a namorada de Sam. Supernatural é daquelas séries que você consegue ver a temporada toda sem piscar os olhos e quer logo ver a próxima. Recomendo.

 

Pokémon, fenômeno da minha infância que até hoje ainda gosto de assistir, mas não sou fanático compulsivo como naquela época (vide os vários bonecos, tazos/cards que pegava nos salgadinhos, pokébola que vinha com miniatura de Pokémon, etc). Pokémon já teve 8 filmes que saíram por aqui mas só 6 achei em DVD: Pokémon - O Filme, Pokémon 2000, Pokémon 3: O Feitiço dos Unown, Pokémon 4: Viajantes do Tempo, Pokémon 6: Jirachi o Realizador de Desejos e Pokémon 7: Alma Gêmea. Só ficou devendo O Retorno de Mewtwo (que apenas foi exibido na TV) e Heróis Pokémon: Latios e Latias.

 

Pokémon Edição Especial 

Nessa Edição Especial vem as duas edições especiais dos filmes Pokémon 6: Jirachi o Realizador de Desejos e Pokémon 7: Alma Gêmea. Apesar de serem “Especiais”, os bônus inclusos são dignos de uma edição simples: apenas dois clipes (filme 6) e versões MP4 (nos dois). Aliás, isso é típico da Europa Filmes, lançar por aqui DVD de filme só com entrevistas e trailers quando nos EUA sai versões de DVD triplo.

Trailer do dia: Resident Evil: Degeneration

Há alguns anos, um dos meus diretores preferidos colocou em ação o projeto do filme Resident Evil: O Hóspede Maldito. Desde então eu pude prestar mais atenção a essa franquia de jogos da Capcom (produtora de jogos como Megaman e Street Fighter). De lá pra cá já foram tantos jogos que é uma conta daquelas que você se perde pelo meio do caminho.

 

Além dos jogos, tiveram mais dois filmes: Resident Evil Apocalypse e Extinction. Um que eu gostei muito e outro que foi desnecessário para a franquia. Mas, nada como um dia após o outro. Agora vamos ter mais um longa e dessa vez totalmente em CG.

 

Sete anos depois do BOOM de Raccoon City, um passageiro de um avião passa mal e… Bom, resumindo: o cara tava infectado, todos a bordo viram zumbi, o avião cai e começa uma nova epidemia de mortos-vivos que se alastra cada vez mais por uma cidade dos EUA. Aí é hora de chamar nossos heróis: Claire Redfield e Leon S. Kennedy, os quais tive o prazer de controlar em Resident Evil 2 para o antigo PlayStation.

 

Eu acho que vai emplacar. A série é muito boa e ter um filme muito mais fiel à série será no mínimo interessante. As cenas de ação estão bem elétricas e a cenas final arrepiou. Lembrando que Resident Evil: Degeneration sairá direto em DVD no dia 30 de Dezembro nos EUA.

 

Toy Story das Trevas

Já viu de tudo por aí? Então veja com atenção o Toy Story das Trevas e conheça alguns personagens interessantes como Buzz Wayne e o sinistro Wood, O Coringa.

 

Treinando o Papai

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Não lembro quando vi uma comédia sobre pai e filha. Muito menos uma com Dwayne Johnson (a.k.a. The Rock) como protagonista. Quando olhei para o pôster de Treinando o Papai (The Game Plan, 2007) no cinema antes de sua estréia, pensei: Depois de muitos filmes de ação, já estava na hora de pegar leve. E é realmente isso que acontece aqui.

 

Treinando o Papai tem uma premissa simples. Basicamente conta a história de um jogador de futebol americano conhecido por seu egoísmo nas jogadas e por se achar O cara. Ele recebe uma visita inesperada: sua filha de 8 anos que teve com uma antiga namorada mas ele não sabia porque terminaram antes que soubesse que ela estava grávida. Com a chegada de sua filha, ele vai aprender algumas lições sobre ser pai e a importância de pessoas na sua vida.

 

O filme tem sua comédia centrada nas diferenças dele com sua filha e nas chantagens que ela faz para não comprometer a carreira do pai. Claro que, com o tempo, um aprende a gostar do outro, compartilhar momentos e tudo o que um pai e filha fazem como ir ao shopping com as amigas da filha, aturar suas estripulias e até ir assistir às aulas de balé da guria. Claro o que filme tem aqueles elementos que não podem faltar: amigos do cara que divertem como coadjuvantes, a professora por quem ele passa a gostar, o cachorro legal e aquela empresária que quer faturar à custa do jogador.

 

Juntando todos esses elementos com a meiguice da jovem atriz Madison Pettis e a beleza latina de Roselyn Sanchez (A Hora do Rush 3 e da série Without a Trace), o filme é, com certeza, uma das melhores comédias “família” do ano (mesmo sendo de 2007). Quem dirige o longa é Andy Fickman. Ele também esteve neste cargo em Ela é o Cara e traz sua visão de comédia para um ambiente que não está cheio de adolescentes mas, sim, crianças. Como toda comédia da Disney, é bem leve, divertida e tem a cara da empresa do Mickey.

 

Ainda sobre o filme, o DVD vem recheado de extras como Making Of (Planejando o filme), erros de gravação apresentados pelo narrador dos jogos do filme, cenas inéditas e uma matérias sobre o personagem Joe Kingman (Dwayne Johnson). Como todo Disney DVD (Filme, Magia e Diversão =P), os menus são super interativos e em “Próximos Lançamentos” tem muitas novidades.

 

Trailer do dia: Carga Explosiva 3

Jason Statham é mais um nome que surgiu do nada. Socos, chutes e perseguições são as marcas de seus filmes de ação.

 

Quando vi o Carga Explosiva 2 ainda não tinha visto o primeiro e fiquei sem entender algumas partes já que é uma continuação. No primeiro o transportador tem que levar uma carga humana e acaba tendo um caso com ela. No segundo ele passa de transportador para motorista de uma família, isso põe a criança em risco e ele tem que salvá-la. Agora é hora de mais um, Carga Explosiva 3. Assisti e assisti de novo o trailer, mas não compreendi qual a missão dele, apenas que será como Paranóia usando um dispositivo e se ele ficar muito distante do carro... BOOM!

 

 

Os filmes da série Carga Explosiva tem a produção de Luc Besson, o monstro dos filmes de ação franceses. Ele tá até o pescoço com produções que vão desde duas sequências de Arthur e os Minimoys até uma sequência de 13º Distrito. Já a direção do primeiro longa foi de Corey Yuen e Louis Leterrier (O Incrível Hulk), o segundo quem assumiu a direção foi Louis Leterrier. No terceiro longa, Louis Leterrier estava muito ocupado com o fracasso do gigante esmeralda que não pode garantir o terceiro filme. Quem agarrou o cargo foi o diretor de 2ª unidade de Hitman: Assassino 47, Olivier Megaton. Pelo menos o trailer está bem à altura dos anteriores.

 

Os filmes anteriores ficaram sob responsabilidade da 20th Century Fox, o terceiro agora está sob a distribuição da Lionsgate e produção da Europa, produtora de Luc Besson. Isso tudo quer dizer que vai demorar só um pouquinho para o filme chegar por aqui.

Missão Babilônia

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Bons tempos que Rob Cohen dirigia filmes bons e Vin Diesel interpretava personagens de modo que dava para acreditar que aquilo poderia existir, que era palpável. Desde Velozes e Furiosos e Triplo X, ambos de Rob Cohen, Vin Diesel se tornou um nome de herói de ação. Mas quando a fama chegou no topo, ele (como tantos outros) começam a escolher projetos que são apenas um negócio chamado filme comercial.

 

O diretor francês Mathieu Kassovitz (Na Companhia do Medo) faz seu trabalho, muito bem feito. O problema é que tem aquele lance dos estúdios meterem o dedo aqui e ali e o resultado do que poderia ser bem melhor, acaba indo por água abaixo. Estúdios e produtores que bancam o projeto têm direito de dar sua opinião, trocar aquilo que não ficou bom, afinal é o dinheiro deles! O diretor que se dane e obedeça se não quiser ser substituído. Foi isso que fez Missão Babilônia virar um filme com roteiro meia-boca e cenas de ação bem feitas. O resultado, nem o diretor gostou.

 

Vin Diesel é Toorop, um “terrorista” que é convocado para levar Aurora, uma mocinha que morava num convento e é dotada de alguns sentidos a mais e a Irmã Rebeka, a fiel escudeira de Aurora, para Nova Iorque.

 

A história é básica e cheia de clichês. Frases que soam falsas na boca do elenco relativamente fraco. A francesa Mélanie Thierry já fez muitos filmes pelo país dos quais não vi nenhum. Ela é meiga assim como sua personagem que chegou a me irritar algumas vezes com suas reações meio exagerada. Nada que me fizesse sair da sala. Uma das razões que me levaram a ver Missão Babilônia é a malasiana Michelle Yeoh (A Múmia: A Tumba do Imperador Dragão), que faz a escudeira de Aurora. Ela ajuda Toorop a dar um pau na galera que ousa chegar perto da sua protegida.

 

Bom, não há nada de novo aqui e tudo parece já ter sido visto em outros filmes.

 

Trailer do dia: 007 – Quantum of Solace

Começamos mais um Trailer do diaaaaaa! Tcharaaaaaaam! Hoje temos o famoso Agente 007 ou Bond, James Bond, como quiserem =D

 

Em seu vigésimo segundo filme, o agente James Bond, está de cara nova desde seu último filme Casino Royale. Depois de vários nomes como Sean Connery e Pierce Brosnan, Daniel Craig definitivamente se firma como o agente secreto depois de agradar os fãs em Casino.

 

Tenho que confessar que assisti poucos desses 22 filmes (21 até este momento, o 22 ainda será lançado ha!ha!). Não que eu não me interesse, mas, cá entre nós, eita bando de filme mentiroso. E pelos que vi, só posso comparar ao Casino Royale uma coisa: Casino é o mais real da série. Vivas ao diretor Martin Campbell! O cara leva porrada, sangra geral e é torturado naquelas partes. Diferente dos outros que ele destruía tudo por onde passava, se dava bem com as Bond Girls e matava o bandido.

 

Bom, ao trailer.

 

Impossível não se empolgar durante o trailer de Quantum of Solace (que, assim como Casino Royale, não foi nem poderia ser traduzido), ainda mais se conseguir ver no cinema ou em HD com um som 5.1. No trailer logo abaixo, há a opção HD e normal.

 

 

Resta lembrar que o filme chega por aqui dia 14 de Novembro.

 

E essa semana foi lançado o demo do jogo oficial de Quantum of Solace. Como meu PC ainda é meio fraco para rodar com tudo no máximo, tive que colocar tudo no mínimo e deu pra ver como é legal e traz jogabilidade similiar em alguns aspectos do game Gears of War.

 

Aqui segue alguns links que vi no Judão. Só escolher o servidor que mais lhe agrada.

File Front, Exp, Fan Gaming, File Shack, GH.

 

Abaixo umas imagens do jogo que será lançado dia 4 de Novembro.

 

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Quarentena

Nestes tempos de remakes, chega aos cinemas dos EUA nesta sexta o terror Quarentena. Refilmagem do espanhol REC, o longa conta a história de um prédio lacrado pelo governo depois de um acontecimento misterioso. Quando a Defesa Civil vai até lá para investigar, acaba encontrando uma câmera e, claro, uma fita dentro.

 

Depois do sucesso de Cloverfield, virou mania pegar uma câmera e sair filmando tudo de maneira bem “amadora” para parecer o mais real possível. Um tempo atrás eu assisti a um vídeo da reação dos espectadores ao assistirem o trailer de REC, a maioria cobrindo os olhos, virando a cara, pulando do assento. Tentei achar esse vídeo, mas não tive sucesso. Então se alguém achar manda o link, por favor.

 

Como ainda não sei quando chegará REC em dvd por aqui ou nos cinemas (o que acho difícil) não consegui assistir, mas só pelo trailer… Eu quero ver muuito =D

 

Ah sim! Quarentena estréia por aqui dia 5 de Dezembro. Abaixo segue o trailer de Quarentena, do original REC e duas entrevistas (sem legendas) com o elenco.

 

 

 

 

Trailer do dia – Madagascar 2

Me dei conta que a Dreamworks Animation existia quando assisti o primeiro Shrek 2 em DVD. Logo em seguida procurei assistir o Shrek e O Espanta Tubarões. Foi em 2005 que saiu o primeiro filme da franquia dos animais que vão parar em Madagascar. Lá o leão mimado descobre sua fera interior e seus amigos mostram a amizade que tem por ele. Os pinguins psicóticos que querem ir a sua “terra natal” e os lêmules que dão um show de energia como festeiros. Como sempre, personagens carismáticos são a carta na manga da produtora.

 

Não precisatam esperar muito para saber que viria uma sequência (e que sabe mais algumas) para Madagascar. Dessa vez eles tem que sair daquele maldita ilha (vide Lost) e acabam caindo na Africa. O trailer dá uma idéia que mais comédia vem por aí e todos os personagens estão de volta. As novidades são: um amor para Glória, um rival de rugidos (e dança) para Alex e os conflitos com os bichos da Africa. Claro que isso não é tudo, sempre tem uns coadjuvantes que se destacam.

 

Trailer do dia - DragonBall

Estava eu navegando dentre meus Feeds e quando me deparei com esta mesma seção no blog Sob a Minha Lente do brother Vinícius. Só para constar mesmo. Copiei, viu Vini! =D

 

Vamos lá. Para começar a seção de Trailer do Dia, gostaria de começar com o trailer que saiu no sábado (oficialmente, e “vazadamente” na quinta-feira). DragonBall. Filme dirigido por James Wong (Premonição) e produzido por Stephen Chow (Kung-Fusão).

 

Não foi muito lá o que eu esperava, aliás, não é nada que ninguém esperava. Ficou mais filme de Kung-Fu que de certo de DragonBall. Faltou destruição em massa, gente voando e todos os nossos personagens queridos. Enfim, nada que seja novidade para os que já estavam pessimistas desde quando o filme teve sua produção anunciada e suas primeiras fotos espalhadas pela rede. Como eu estava discutindo com um amigo essa semana no Twitter, DragonBall será aquele filme terá boa bilheteria não por ser bom mas, por ter muita gente curiosa sobre o resultado. E assim eu disse: Eu serei um dos curiosos!

 

Pôster de Anjos e Demônios

Muito antes de sair O Código DaVinci versão cinemística, eu queria que Anjos e Demônios fosse adaptado primeiro mas, depois do resultado de O Código, meio que perdi a vontade de ver essa adaptação, já que gostei mais de Anjos e Demônios que O Código.

 

Bom, depois de muito tempo de espera pela adaptação e muitos “Sai quando?”, olha o poster aí embaixo \o/

 

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Controle Absoluto

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Pode conter informações sobre o filme que possam, de alguma maneira,  estragar a surpresa do final. Caso ainda não tem visto o filme, leia apenas o último parágrafo e veja o trailer, ou vá por conta e risco e leia tudo e corra pro cinema para ver Controle Absoluto =D

 

Depois de ver Controle Absoluto, me vieram à cabeça o filme Eu, Robô e suas leis da robótica. Não posso falar muita coisa para não estragar o filme, mas isso ficou na minha cabeça. Ah ficou…

 

Controle Absoluto juntou novamente a o diretor DJ Caruso e Shia LaBeouf depois da parceria no thriller Paranóia. E mais uma vez o assunto é ser vigiado. Em Paranóia, jovem (LaBeouf) é condenado a prisão domiciliar e com isso começa a observar os vizinhos e tudo mais até que descobre um vizinho psicopata que passa a observá-lo de volta criando o suspense que percorre o resto do longa de 2007.

 

Nesse mesmo tempo de Big Brother (a.k.a. Reality Shows), chega aos cinemas Controle Absoluto. Dessa vez não é apenas uma pessoa que é observada, e sim todo mundo e todo lugar. DJ Caruso mostra como seria se sua operadora passasse a ouvir suas ligações e escutar você mesmo sem estar usando o celular/telefone ou qualquer outra bugiganga eletrônica que transmita sinal.

 

Depois da morte de seu irmão gêmeo, Jerry Shaw (LaBeouf) começa seu próprio Big Brother. Sua conta bancária, que estava zerada, recebe um crédito de 751 mil dólares e chegam alguns presentes em sua casa. Nessa hora de “isso não é meu!” ele recebe uma ligação mandando-o fugir dali que o FBI chegará em 30 segundos. Como não segue a ordem, ele é preso como terrorista. Não muito distante da casa de Shaw, Rachel (Michelle Monaghan) se despede de seu filhinho que vai fazer uma apresentação com sua banda. Logo depois quando está farreando com suas amigas, ela recebe uma ligação “Obedeça ou seu filho morre”. A partir daí tudo pode acontecer. Claro que não pode faltar um agente do FBI sempre no pé do pessoal, esse interpretado por Billy Bob Thornton que faz mais uma interpretação satisfatória para um agente que quer porque quer pegar o mocinho e esganá-lo até dizer a verdade.

 

Referências a outros filmes não faltaram, cenas de ação frenética (coitado do LaBeouf, depois da correria de Transformers, em todos os filmes que faz não pára de correr) e muitas tecnologias, resultam em um filme interessante com uma história que se sustenta mas que não é tão desconhecida. Para quem viu Eu, Robô, sabe que Isaac Asimov sempre temeu a vingança dos robôs a seus criadores e isso foi praticamente refilmado em Controle Absoluto. Mesmo isso não prejudicando (muito) o final do filme, foi capaz de segurar todos na cadeira durante suas quase duas horas.

 

Eu recomendo MUITO para quem gosta de um bom filme de ação e tecnologia. Para quem gosta de ação combinado com tecnologia é um prato feito.